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  Síndrome de Burnout
28/07/2009

Síndrome de Burnout
Uma doença crescente no ambiente de trabalho
Agência Unipress Internacional
Não há dados sobre a incidência da Síndrome de Burnout no Brasil, os consultórios médicos e psicológicos registram um constante aumento
do número de pacientes com relatos de sintomas típicos da doença. problema foi identificado pela primeira vez em 1974, nos Estados pelo pesquisador Freunderberger, a partir da observação de desgaste humor e na motivação de profissionais de saúde com os trabalhava.
A principal característica do distúrbio é o estresse ocupacional, durante qual a pessoa consome-se física e emocionalmente, resultando exaustão e em um comportamento agressivo e irritadiço. Segundo psicóloga clínica Adriana de Araújo, boa parte dos sintomas também comum em casos de estresse convencional, mas a desumanização no ambiente profissional colabora também para características.
De acordo com a especialista, é bom observar que o problema é sempre relativo ao mundo do trabalho. A Síndrome especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato próximo com outros indivíduos e dos quais se espera atitude, no mínimo, solidária com a causa alheia. É o caso de médicos, enfermeiros, psicólogos, professores e policiais.
Recentemente, a categoria dos funcionários de companhias aéreas inseriu-se entre aquelas de alto risco para desenvolver Síndrome, devido às pressões intensas e ao desgaste vivido durante a crise dos atrasos nos horários dos vôos
Adriana.
Apesar da associação do distúrbio com o perfil de trabalhadores já mencionados, ele pode afetar executivos e donas também. “Ou seja, são pessoas excessivamente críticas, muito exigentes consigo mesmas e com os outros e que têm dificuldade para lidar com situações difíceis”, explica a psicóloga.
A especialista também destaca algumas das características individuais que podem incentivar o estabelecimento da Síndrome:
idealismo elevado, excesso de dedicação, alta motivação, perfeccionismo, rigidez. “Em geral, são indivíduos que gostam envolvem com o que fazem, não medindo esforços para atingir seus próprios objetivos e os da instituição em que atuam. certa forma, é tudo o que as organizações esperam de um bom profissional”, conclui.
Principais características da Síndrome de Burnout: avaliação negativa do desempenho profissional, esgotamento, baixa estima, fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, maior consumo café, faltas no trabalho, impaciência, depressão e agressividade.
O ambiente de trabalho e as condições organizacionais são fundamentais para que a Síndrome se desenvolva, mas manifestação depende muito mais da reação individual de cada pessoa frente aos problemas que surgem na rotina profissional.
O tratamento é essencialmente psicoterapêutico, mas, em alguns casos, pode-se lançar mão de medicamentos como ansiolíticos ou antidepressivos para atenuar a ansiedade e a tensão, sendo sempre necessária a avaliação e, no medicamentoso, a prescrição feita por um médico especialista.

Fonte: http://www.redealeluia.com.br/unideia/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1960&sid=9

 
     
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